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BLOG DO BOGÃO



SE VER NO ESPELHO

ÁCIDOS, BELEZA e SUICÍDIO

 

A ex-dançarina paquistanesa Fakhra Younus suicidou-se na Itália no fim da semana passada saltando do sexto andar do prédio onde morava. Fakhra fazia tratamento para corrigir as deformações causadas por queimaduras com ácido jogado por seu marido Bilal Khar (olha o nome do cara) durante uma crise de ciúmes.

Quando tomei conhecimento da matéria fiz uma “brain storm”, e, entre outras coisas, o que me chamou mais atenção foi à questão da perda da beleza, bruscamente ou não, e sua aceitação. Isso porque vivemos numa sociedade onde grande maioria das pessoas dão importância extrema a beleza e a juventude. O problema é que esse tipo de comportamento, em muitos casos, prejudica a maior parcela dessa mesma sociedade, que por sua vez, é feia. Beleza física é coisa rara, se fosse comum não haveria tantos problemas.

Pode ser que Fakhra Younus fora vítima, além da violência do marido, mas também da violência dela própria por não aceitar o fato de ter ficado deformada. Mas, cá entre nós, no lugar dela, muita gente teria feito exatamente à mesma coisa.

Outra questão que levantei está concentrada na forma como as mulheres são tratadas no mundo islâmico. Daí pensei o seguinte. Será que existe sofrimento entre em pessoas que nunca tiveram contato com algo que não lhes faça sofrer? Será que uma mulher no interior de uma aldeia talibã num rincão qualquer do Afeganistão sabe o que seja não sofrer? E será que ela sofre por essa condição?

As religiões tratam o suicídio como um ato pecaminoso e de extrema covardia. Mas, ao mesmo tempo trabalha a questão que num plano metafísico superior todo sofrimento finda. Temer a Deus e as sagradas escrituras, ao que me parece, é mais importante do que amá-Lo. Tudo bem, quem ama não teme, porém, que teme não suicida. O pior de tudo é que o tal do Bilal é filho de um importante político paquistanês e sabe-se que o Paquistão é um dos países mais corruptos do mundo, mais que o Brasil inclusive, e ser político, homem e muçulmano por lá é sinônimo de impunidade. É isso.

 

Leandro Blamires, uma peça descartável.Em dúvida

 



Escrito por Leandro Blamires às 15h59
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PRESENÇA AMERICANA NO AFEGANISTÃO

DESPREZO POR OUTRAS CULTURAS

 

Os desdobramentos do fatídico 11 de setembro de 2001 ainda acontecem e vão acontecer por muito tempo. Uma dessas dobras consiste na invasão estadunidense no Afeganistão ocorrida em outubro de 2001, como retaliação e demonstração de poder. A ocupação ainda acontece, mesmo com a promessa feita por Obama ainda em campanha política, de retirada das tropas do território afegão. Ainda não foi consolidada devido a forte possibilidade de o governo talibã, vinculado a Al Qaeda, reassumir o domínio no país (aposto um braço de que isso certamente acontecerá mais cedo ou mais tarde).

Na semana passada, um sargento das tropas americanas no Afeganistão, ainda não se sabe a motivação, matou 16 pessoas de uma mesma família e ateou fogo aos corpos. O oficial está preso sob a custódia das forças de ocupação. O governo afegão exige que o sargento seja entregue ao poder local para que seja julgado dentro das leis do país regidas pelas leis islâmicas, ou seja, vão fazer do cara um hambúrguer. Como o governo do Tio San não vai fazer isso está instalada uma grave crise diplomática.

Esse fato me remeteu a vários outros desrespeitos cometidos pelas tropas americanas, não só em território afegão, mas também em vários outros países onde há presença militar dos EUA tem queimado Alcorões, urinado em cadáveres, dançando sobre corpos e por ai vai. As razões estão vinculadas à insatisfação dos militares com o tempo de duração das ocupações, mas, acima de tudo, com o desprezo total por parte do povo norte-americano por outras culturas.

Essas culturas, principalmente a muçulmana e a latino-americana, sofrem forte preconceito. E isso se traduz no comportamento da população dos EUA no resto do mundo. Esse negócio de se achar os melhores em tudo pode até ser bom para auto-estima e tal, porém, tem sido extremamente danoso para o resto do mundo. Humildade e diplomacia nunca fizeram mal a ninguém. Estou aguardando cenas dos próximos capítulos. É isso.

 

Leandro Blamires, uma peça descartável.Ira

 



Escrito por Leandro Blamires às 09h08
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RICARDO TEIXEIRA DEIXA A CBF

MARIONETE ALIENADA

 

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol - CBF, instituição de caráter privado com vinculação a FIFA, Ricardo Teixeira abdicou de seu reinado de 23 anos em decorrência de desgastes com os meios de comunicação (diga-se Rede Record, porque a Globo é paga-pau), comitê organizador da Copa de 2014 e, principalmente, governo federal.

Antes de mais nada, é bom que a população brasileira saiba, já que, temos o péssimo hábito de emitir opiniões sem o mínimo de conhecimento prévio, que a CBF e a FIFA, são instituições particulares e não públicas, funcionam como empresas e não possuem em suas jurisdições cargos públicos. Ou você já ouviu falar que a CBF e a FIFA lançaram um edital para concurso público?

Esse caráter privado de tais empresas permite com que elas façam praticamente o que bem entenderem com seu funcionamento bem como suas regras. Não adianta querermos protestar contra algo que não obedece à vontade democrática contra algo que não é nosso não é público. O que está sendo questionado, e ai sim, vai ao encontro com o interesse público, é a relação da CBF/FIFA com o governo brasileiro, tendo em vista que, foram assinados vários contratos de prestação de serviços e organização de eventos cujo financiador é o dinheiro público, ou seja, o meu, o seu, o nosso dinheiro que está sendo perdido pelos veios da corrupção de pessoas que vocês ajudaram a eleger.

A saída de Ricardo Teixeira da CBF tem a finalidade de apaziguar as rusgas e esconder embaixo do tapete os trambiques realizados com o dinheiro do povo. Assume a marionete alienada José Maria Marin, ou vocês ainda acreditam que o Ricardo Teixeira não está por trás manipulando mais um de seus brinquedos? É isso.

 

Leandro Blamires, uma peça descartável.Brincalhão



Escrito por Leandro Blamires às 14h16
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DIA DA MULHER

SEXO FRAGIL?

 

Eu observo quando se aproxima um feriado que as pessoas se movimentam no sentido de desfrutar a folga, curtir o ócio, relaxar de semanas extenuantes de trabalho. Também percebo que muitas dessas pessoas não fazem a mínima idéia do significado do feriado ou da data comemorativa em questão. Não pretendo criticar a completa ignorância das pessoas em relação a isso, somente desejaria que tivessem a mínima noção daquilo que está sendo comemorado ou protestado.

Nesse contexto, dia 8 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Mas, você meu querido leitor, já se perguntou por que é esse dia e não outro? O motivo tem haver com uma greve geral promovida por funcionárias de uma tecelagem localizada na cidade de Nova Yorque onde as mesmas protestavam por melhores condições de trabalho e equiparação salarial em relação aos homens, entre outras reivindicações.

A manifestação ganhou uma proporção inesperada, de modo que a polícia foi acionada, e para conter a greve bem como a manifestação das mulheres, as mesmas foram trancafiadas dentro de um dos galpões da fábrica e ateou-se fogo nele matando centenas de trabalhadoras. Um ato de extrema covardia e brutalidade.

Após esse acontecimento protestos e movimentos em favor dos direitos das mulheres culminado em uma conferência realizada na Dinamarca em 1.910 onde foi instituído o dia 8 de março como o Dia Internacional da Mulher.

Desse período para cá várias conquistas foram alcançadas, direitos iguais foram estabelecidos por lei, as mulheres avançaram significativamente em todos os setores do mercado de trabalho. Porém, todas as conquistas têm um preço, e, às vezes, esse preço é caro.

De acordo com Mary Del Priore, uma das maiores especialistas no estudo do papel social das mulheres na história, “apesar das conquistas na vida pública e privada, as mulheres continuam marcadas por formas arcaicas de pensar. E é em casa que elas alimentam o machismo, quando as mães protegem os filhos que agridem mulheres e não os deixam lavar a louça ou arrumar o quarto. Há mulheres ainda, que cultivam o mito da virilidade. Gostam de se mostrar frágeis e serem chamadas de chuchuzinho ou gostosona, tudo o que seja convite a comer. Há uma desvalorização grosseira das conquistas das mulheres, por elas mesmas. Esse comportamento contribui para o grande fosso entre os sexos, mostrando que o machismo está enraizado. E que é provavelmente em casa que jovens como os alunos da Uniban aprenderam a “jogar a primeira pedra” (na aluna Geisy Arruda). (...) Diferentemente de nossas avós, não nos preocupamos mais em salvar nossas almas, mas em salvar nossos corpos da rejeição social. Nosso tormento não é o fogo do inferno, mas a balança e o espelho”.

Creio que existe sim uma grande diferença entre os sexos, e que a luta das mulheres não pode ser generalizada somente em direitos iguais, em muitos casos, os direitos iguais transcendem as barreiras do legal. Tem muita mulher aí desejando ser igual aos homens, e não sei até que ponto isso é saudável. Nós homens estamos já afundados em nossas próprias atitudes e as mulheres estão no mesmo caminho. Como sentir prazer em ter relações extraconjugais, em esquecer que os filhos existem, em serem motoristas agressivas, etc. Espero que essa postagem seja uma forma de trazer aquelas mulheres que estão retrocedendo nas conquistas femininas para o debate, sabendo que essas conquistas foram tão penosas, para serem substituídas tão somente por botox, silicone, colágeno, base, batom, fio dental, vibradores, lingeries, escovas, chapinhas, esmaltes, lipoaspirações, revista caras, novela das oito, cremes e lamas de todos os tipos e tantas outras bizarrices. É isso.

Leandro Blamires, uma peça descartável.Bem humorado



Escrito por Leandro Blamires às 08h49
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BBB 12

RAFA, REJEIÇÃO E SURTO DE GRIPE

 

É gente, não tem jeito, quando a maçã é podre ela deve ser expurgada para não contaminar as boas. O brasileiro sabe muito bem separar o joio do trigo quando o assunto é Big Brother. O jogo perigoso e acintoso de Rafa levou a um dos maiores índices de rejeição da história do reality 92% dos votos. Ótimo para um cara que se achava acima de qualquer coisa, acima do bem e do mal. Líder do quarto selva jurava ser o melhor e suas atitudes mostraram o contrário. Uma pessoa má, intimidadora e unilateral, o típico idiota. Além de tudo, ainda pegou o resto da festa (Renata) e ficou se achando o galã, o pegador, não passou de um paspalho que foi o último a girar a maçaneta do banheiro de rodoviária (Renata). “Rafa, você demorou até demais nesse jogo. Deste muitíssima sorte.” Pode ser também o fato de as pessoas más durarem mais em competições e na vida de modo geral por serem elas, as pessoas más, determinadas e resistirem mais às intempéries. Vai saber né?

A dinâmica do tempo e do clima estão mudando, como de costume nessa época do ano. Hora propícia para a proliferação do vírus da gripe. Certamente você já deve ter visto alguém bastante gripado esses dias e certamente pegará um resfriado ou mesmo uma gripe fudidaça. Então fique esperto e evite lugares fechados e com aglomerações de pessoas, além de manter sempre as mãos limpas. Como isso é meio impossível é só aguardar que a sua já deve estar incubada. É isso.

 

Leandro Blamires, uma peça descartável.Bobo

 



Escrito por Leandro Blamires às 15h16
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